A gente acha que essas coisas só acontecem no Brasil. Ok, ok. Aqui é corriqueiro e lá acontecem raríssimos casos. Mas depois de esperar 24 horas para ser atendida em um hospital de New York, a mulher Esmin Green, de 49 anos, demaiou e morreu em um hospital do Brooklin. Veja as imagens da câmera de vigilância.

Mulher Morre em Hospital

Imagens e camera de vigilancia

Morte em espera de Hospital USA

1 comentário

  1. Adolfo
    02/06/2014 às 4:41 pm [+]

    Não é tão raro quanto você crê ou tenta fazer crer. Cerca de 46 milhões de pessoas nos EUA não tem plano de saúde nenhum. Como não existe um SUS (Sistema Único de Saúde) naquele país, significa que, se essas pessoas ficarem doentes precisarão vender um carro ou hipotecar a casa ou um rim para pagar a conta do hospital. Despesas médicas são a principal causa de falência pessoal naquele país.
    Cidadãos com mais de 65 anos e portadores de deficiência grave são cobertos por um sistema chamado Medicare, no qual o governo paga os hospitais e médicos. Os muito pobres contam com um sistema parcial de cobertura chamado Medicaid. Mas se você não é considerado inválido nem indigente, você tem que pagar integralmente pelo atendimento de saúde. Seja isso uma simples consulta ou um transplante de medula.
    Mesmo com atendimento parcial de uma parte ínfima da população, o sistema de saúde público dos Estados Unidos é perdulário. Os gastos em saúde nos EUA consomem 16% do PIB estadunidense, mas está em 37º lugar em qualidade, segundo a Organização Mundial de Saúde.
    Ou seja, o caso que você narra aqui não é exceção, mas a regra para cidadãos sem cobertura e sem dinheiro para adquiri-la.
    Obama vem lutando para construir o SUS nos Estados Unidos, em um formato equivalente ao do Brasil, com horizontalizarão de atendimento e totalmente gratuito. Mas os custos não animam os congressistas. Para criar o SUS no império, os cofres públicos teriam que investir UR$ 1 trilhão ao longo de dez anos.
    Quem critica o sistema de saúde no Brasil e atribui todas as mazelas ao governo federal deveria se informar, se educar, ler, estudar. O sistema básico de saúde, por exemplo, que atua com verbas federais, mas é administrado pelos municípios, deve ter sua avaliação atribuída às prefeituras. São elas as beneficiarias dos recursos, que nem sempre chegam ao ponto desejado pela população.
    Mas nos EUA, por exemplo, se você tiver câncer e não tiver dinheiro é melhor juntar o que tem e comprar o túmulo e encomendar o caixão. Quimioterapia e radioterapia com recursos públicos, nem pensar.