Natal, época de renovar o amor, a esperança e a solidariedade que existe em cada um de nós… e de se empaturrar das mais variadas guloseimas que só Papai Noel pode proporcionar. Nozes, frutas secas, panetones e espumantes são apenas alguns dos produtos que surgem à mesa do brasileiro a cada fim de ano.

O tradicional peru, servido na ceia da véspera do Natal, vem perdendo terreno para dois concorrentes cada vez mais populares: o Chester e o Fiesta. Mas afinal, que aves são essas e como elas chegaram ao nosso prato?

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Chester e Fiesta são os nomes comerciais dados pelas empresas para frango melhorados geneticamente através de seguidos cruzamentos entre aves com as características desejadas para consumo. Dentre essas características estavam um teor menor de gordura, maior taxa de proteínas, além da marcante proporção de 70% da carne concentrada no peito e nas coxas.

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A criação dessas aves demandou bastante tempo e investimentos em granjas especiais, alimentação adequada e pesquisa para se encontrar as aves matrizes, que dariam origem à linhagem de filhotes menos gordurosos, mais nutritivos e mais, digamos assim, carnudos.

Estes altos investimentos só reforçam o fato de pouca gente ter visto uma ave dessas ao vivo, pois não é quaquer granja que possui estrutura para a criação desses animais.

No fim de tudo, não importa: sendo Chester, Fiesta ou o tradicional peru, o melhor do Natal é estar ao lado das pessoas amadas, confraternizando com elas numa das datas mais aguardadas e felizes do ano. Feliz Natal!

Fonte: Diário de Biologia

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2 comentários

  1. João Carlos
    25/01/2012 às 9:53 am [+]

    Cabecinha pequena de quem comentou que não importa o vamos comer, mas sim estar perto da familia.

    Importa sim devemos saber o que vamos servir a que amamos.

  2. Pedro Menchik
    05/01/2014 às 9:19 pm [+]

    Entenda melhor o que é um chester: http://alimentandoadiscussao.com/2013/12/31/post-especial-de-fim-de-ano-o-que-exatamente-e-um-chester/

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